Cada comprador, lead e DM vira um contato sozinho — com de onde veio, qual automação o trouxe e tudo o que ele fez desde então.

Alguém compra, agenda, se inscreve ou manda um DM e já está lá. Você nunca digita o mesmo nome duas vezes.
Novo, interessado, comprou, recorrente, inativo. Não “proposta” e “negociação” — essas palavras não significam nada para quem vende um guia de R$ 97.
Mova alguém arrastando o card, ou troque para a tabela quando quiser duzentas pessoas numa tela só.
Quando chegou e de onde, o que comprou, quais arquivos baixou, em que ponto da sequência de e-mails está, cada horário que agendou.
Não só “Instagram”. A automação, o passo do funil, a origem — para você repetir o que funcionou.
Cada contato carrega um valor e o quadro soma enquanto você arrasta, então o mês aparece antes de acontecer.
Os contatos começam a aparecer no instante em que alguém compra, agenda ou escreve. Sem CSV, sem configuração, sem tela vazia no primeiro dia.
Mova o card quando a relação se mover. A etapa é a única coisa que você precisa manter na mão.
Abra a conversa, coloque a pessoa numa sequência, ou pergunte à assistente quem andou sumido.
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